| Ajudaris - Texto elaborado pelo aluno Filipe Rodriguez | |
|
O pai, de nome Marco, procurava emprego na área dos negócios pois julgava-se que este traria fortuna e segurança. Miguel, o filho deste e de Inês, de 12 anos, gostava de ocupar os tempos livres a explorar áreas naturais. Depois de se instalarem na casa nova em Mumbai, Marco e Inês saíram pela cidade em busca de oportunidades de trabalho. Miguel aproveitou a oportunidade para conhecer a floresta próxima da cidade e ficou surpreendido com a variedade de plantas e de animais que vira. Sem dar conta, afastou-se e envolveu-se nas profundezas daquele lugar. Ele não sentia medo e queria ir cada vez mais longe. Inesperadamente, ouviu um som único e segui-o, cheio de curiosidade. No meio das plantas secas encontrou uma cria de tigre de Bengala. Ela estava junto a um cadáver baleado de outro tigre que parecia ser sua mãe. Miguel nem hesitou e levou a pequena cria para casa. Os seus pais ficaram muito surpresos e sensibilizados, mas, sabiam que o melhor seria levar o animal para um centro de recuperação. Assim o fizeram de imediato e o Centro de Recuperação e Acolhimento da Vida Selvagem de Mumbai recebeu o órfão para o cuidar e proteger. Miguel nunca mais conseguiu separar-se do jovem tigre e foi, desde esse momento, voluntário neste Centro. Atualmente, o Miguel é um dos principais defensores da vida animal na Índia e luta contra a caça furtiva.. Filipe Rodriguez n°8 5A |
Stop - caça furtiva
O lobinho gozado na escola
| Ajudaris - Texto elaborado pelo alunos Isac | |
|
- O que se passa filho? Porque estás tão triste? E o lobinho respondeu: - As raposas da minha escola estão sempre a gozar comigo, por causa do meu pai. Dizem que eu não tenho pai porque vivo só contigo. A mãe suspirou com pena dele e disse: - Amanhã vou conversar com a tua professora! O lobinho respondeu: - Está bem. O lobinho deitou-se porque estava cansado. No dia seguinte foi para a escola e quando pediu à professora para ir à casa de banho, os colegas voltaram a gozar com ele. Ele foi à casa de banho, mas no regresso à sala desviou-se para a biblioteca. A biblioteca da escola era numa sala antiga, os livros estavam expostos em estantes castanhas e tinha paredes cheias de painéis antigos, parecia uma biblioteca mágica de contos de fadas. O lobinho gostava muito de ler e dirigiu-se para uma estante para retirar um livro que lhe interessou. No entanto, encostou-se a um dos painéis para ver o livro e este movimentou-se mostrando um caminho secreto. O lobinho era curioso e aventurou-se pelo caminho. Foi andando, andando até entrar num laboratório onde um lobo trabalhava. O lobo avistou-o e perguntou-lhe o que ele fazia ali. O lobinho contou-lhe como descobriu o laboratório e estiveram algum tempo a conversar. Entretanto, tocou a campainha da escola e o lobinho teve que voltar para casa. Manteve segredo sobre a sua amizade com o lobo do laboratório e após conversarem durante alguns dias, ficaram a conhecer-se melhor. Através da conversa o lobinho descobriu que o trabalho do amigo era secreto, que ele era cientista e que não via a família há dois anos. Não os visitava, porque o seu trabalho era secreto, mas tinha muitas saudades do filho, que era parecido com o lobinho. O lobinho foi para casa e perguntou à mãe pelo pai. A mãe respondeu-lhe que o pai era cientista e que trabalhava num projeto secreto para o governo, por isso não os podia visitar até conclui-lo. O lobinho ficou muito desconfiado e no dia seguinte perguntou ao amigo o nome da esposa e filho. O lobinho ficou muito surpreendido quando o lobo disse o nome dele e o da mãe. Afinal o lobo era o pai do lobinho, que começou a chorar e abraçou o pai dizendo-lhe que era o seu filho. No regresso a casa o lobinho não contou nada à mãe, tinha combinado com o pai fazer-lhe uma surpresa. No dia seguinte quando a mãe o foi buscar à escola o pai estava à espera dela, foi uma agradável surpresa, abraçaram-se os três e foram para casa. Os colegas viram esta cena e nunca mais gozaram com o lobinho. Afinal ele tinha pai!! Isac 5º A |
Os meus desejos pós-pandemia
| Texto de Raquel Valério, do 9ºE | |
|
O que mais quero fazer pós esta maldita pandemia? Até não peço muito! Em primeiro lugar, quero sair com os meus amigos e fazer grande festa, divertir-me ao máximo para compensar o tempo perdido. Simplesmente, voltar à minha rotina normal, tal como ter horário para me levantar e deitar também, preparar-me para sair, voltar a ter as regras comuns, ir às compras, ir à praia, dar passeios e almoçar ou jantar fora com a família ou amigos. Gostaria também de viajar, conhecer sítios novos, pessoas novas, culturas e costumes diferentes. E agora, porque tudo neste momento não passa de um simples sonho, escrevo aqui uns versos, para desanuviarmos um pouco. Aqui, no meu quartinho A ler e a escrever Mas, deixem-me sair lá para fora Que aí é que vocês vão ver Agora, ando de casa em casa Saltito p´rá qui e p´rá li Olho para as minhas paredes Coisinha mais linda não vi Anda aqui uma mosca Que já me está a irritar Esperem lá que eu já volto Só a vou ali matar Podem todos chamar-me louca Mas, estou apenas a desabafar Aguardem-me aí, meu pessoal Deixem só esta quarentena acabar! Beijinhos doces e coloridos Raquel Valério, 9ºE |
As negociações do abutre
| Ajudaris - Texto elaborado pelo aluno Gonçalo Viegas | |
- Boa tarde senhor abutre, eu sei que não nos damos muito bem , mas eu estou de bom humor, como posso chamar-lhe? Abutre – Pode chamar-me de José, qual é o seu nome? Leão – O meu nome é Alexandre, vejo que tem fome, a minha mulher acabou de trazer comida, quer um pouco? Abutre- Sim muito obrigado! Leão – De nada, até um dia. O abutre voltou para casa com a comida para a sua família, o que ele não sabia é que o leão o estava a seguir . O leão estava pensando devorar a família do abutre. Depois de levar a comida para a sua família o José foi à procura de comida para o dia seguinte. Enquanto isso, o leão chegou à casa do abutre aproveitou que uma cria estava a brincar com a mãe e feriu os dois. Quando o abutre os viu magoados soube logo quem era o responsável que tinha feito aquilo. Então, ele foi à procura do leão e quando o encontrou disse-lhe: - Eu sei o que fizeste! O abutre muito chateado, começou a arranhar o leão que o mordeu. O abutre parecia estar demasiado magoado mas, acabou por se levantar, pegou com as suas garras o leão e jogou-o na lama, o que parecia impossível e disse-lhe: - Não te metas com a a minha família. O leão ficou espantado com a coragem do abutre ao atacá-lo. E reconheceu que o abutre era muito protetor com a sua família, tal como ele. Então os dois fizeram um pacto em que o leão prometeu não fazer mal à família do abutre. E desde esse dia o leão nunca mais fez mal à família do abutre que conseguiu recuperar-se. Gonçalo Viegas, 5º A |
Desafio : o Homem da Gaita
A Associação José Afonso enviou o link de um desafio da sacola pedagógica.
A pensar na pequenada do Pré-Escolar, aqui vai um desafio!
José Afonso cantou muitas cantigas onde apareciam animais.
Vamos vos propor ouvir “O Homem da Gaita”, através de um vídeo realizado pela Editora Barco do Inferno, que através das belas ilustrações do Rui Pedro Lourenço, tem editado um livro com o mesmo nome!Vão gostar, de certeza!
http://www.aja.pt/2o-desafio-o-homem-da-gaita/
Desafio:
Nomear o animal que aparece na cantiga.
Nomear o instrumento musical
Nomear as personagens
Usar o suporte que desejarem (pintura, desenho, colagem…)
para registar graficamente a história.
E agora para terminar, ouve a cantiga pela voz do José Afonso.
Maria Velho da Costa
Faleceu a escritora Maria Velho da Costa
Nascida a 26 de junho de 1938, em Lisboa, Maria Velho da Costa era licenciada em Filologia Germânica pela Universidade de Lisboa e tinha o curso de Grupo-Análise da Sociedade Portuguesa de Neurologia e Psiquiatria.
Ficcionista, ensaísta e dramaturga, é coautora, com Maria Isabel Barreno e Maria Teresa Horta, de Novas Cartas Portuguesas (1972), um livro que se tornou um marco no nosso país pela abordagem da situação das mulheres nas sociedades contemporâneas e que viria a ser apreendido pela polícia política do antigo regime pelo seu «conteúdo insanavelmente pornográfico e atentatório da moral pública». A sua escrita situa-se numa linha de experimentalismo linguístico que viria a renovar a literatura portuguesa nos anos 60 e, como afirmou Eduardo Lourenço, é «de um virtuosismo sem exemplo entre nós».
É autora, entre outras obras, de O Lugar Comum (1966), Maina Mendes (1969) e Casas Pardas (1977), Prémio Cidade de Lisboa e reeditado em 2013 pela Assírio e Alvim, um ano depois de O Amante do Crato e um ano antes de Da Rosa Fixa, pela mesma chancela e ambos igualmente em reedição. São também seus Lucialima (1983), Prémio D. Dinis da Fundação da Casa de Mateus, Missa in Albis (1988), Prémio de Ficção do PEN Clube, e Dores (1994), um volume de contos em colaboração com Teresa Dias Coelho, ao qual foi atribuído o Prémio da Crítica da Associação Internacional dos Críticos Literários e o Prémio do Conto Camilo Castelo Branco, um título também disponível no catálogo da Assírio & Alvim. Por esta chancela lançou ainda o romance Myra (2008), Prémio Correntes d’Escritas. Na sua bibliografia, destaque ainda para a peça de teatro Madame, a partir de Eça de Queirós e Machado de Assis, um êxito retumbante de palco, interpretado por Eunice Muñoz e Eva Wilma, e Irene ou o Contrato Social, distinguido com o Grande Prémio de Ficção APE de 2000.
Em 1997, foi-lhe atribuído o Prémio Vergílio Ferreira da Universidade de Évora, pelo conjunto da sua obra, que se encontra traduzida em várias línguas. Em 2002 foi distinguida com o Prémio Camões, cujo júri lhe elogiou «a inovação no domínio da construção romanesca, no experimentalismo e na interrogação do poder fundador da fala». O Prémio Vida Literária, da APE, foi-lhe entregue em 2013, dois anos depois de ser feita Grande-Oficial da Ordem da Liberdade. Em 2003 já havia sido feita Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Como argumentista, colaborou com os cineastas João César Monteiro (Que Farei Eu com Esta Espada?, Veredas, Silvestre), Margarida Gil (Paixão) e Alberto Seixas Santos (A Rapariga da Mão Morta, E o Tempo Passa).
Faleceu a 24 de maio de 2020, aos 81 anos.
Para comemorar o dia do autor português, Pedro Seromenho realizou 3 horas do conto com ilustrações ao vivo (no Facebook), . A iniciativa contou com o apoio e divulgação do Instituto Camões, RBE e PNL 2027, entre outras entidades de relevo na promoção da língua portuguesa. Quem quiser assistir, basta carregar no seguinte link e definir o lembrete:
www.facebook.com/1530156101/posts/10215816853284178/?d=w
Dia Europeu do Mar
| Dia Europeu do Mar celebra-se a 20 de Maio | |
Criado pela Comissão Europeia, este evento tem como objectivos enaltecer a importância dos oceanos e dos mares para a Sociedade Europeia, colocando em debate as oportunidades e desafios que cada vez mais nos são apresentados. Sendo assim, todos os anos, líderes de diferentes países da União Europeia (UE) e da comunidade marítima, debatem durante dois dias os desafios que os mares enfrentam, de forma a estudar e desenvolver acções conjuntas, relacionadas com a economia azul sustentável. O crescimento da população mundial, sobretudo nos últimos anos, tem levado à captura descontrolada e excessiva de espécies marítimas. Este estado de pesca excessiva, em conjunto com os problemas associados ao bycatch (captura involuntária de espécies marítimas em estado juvenil) tem afectado os ecossistemas, pondo em causa a sustentabilidade e equilíbrio da mesma. |
Miúdos a votos
| Concurso Miúdos a votos | |
Os resultados da votação nacional serão conhecidos na festa final, que se realiza a 27 de maio, nesse grande palco que se tornou, nos dias de hoje, a internet. Nesse dia, uma quarta-feira, a partir das 6 da tarde, poderá assistir à festa, no sítio da VISÃO Júnior na internet (www.visaojunior.pt) e nas redes sociais. Uma festa em que se divulgará os resultados da votação e se mostrará o que escolas fizeram de melhor durante a campanha eleitoral. E para a qual estão guardadas algumas surpresas. |
Subscrever:
Mensagens (Atom)







